GOVERNO DA PARAÍBA RECEBE ASTRONAUTA

Marcos Pontes se encontrou com o Governador José Maranhão para discutirem parcerias na área de educação, ciência e tecnologia.

AEB ESTUDA NOVA BASE DE LANÇAMENTO

A área em estudo reúne as características que mantém a competitividade de Alcântara em relação aos centros internacionais de lançamento.

CEAMIG E PASI PROMOVEM SORTEIO

Em comemoração ao ano Internacional da Astronomia, CEAMIG e PASI promovem concurso que vai até o dia 12 de novembro de 2009.

QUEM QUER FAZER UM ROBÔ?

Projeto lançado em escola da Candangolândia estimula crianças e adolescentes a montar engenhocas mecânicas e a programá-las.

FOLHA UNIVERSITÁRIA
ENTREVISTA PONTES

Segundo Manuel Marques, jornalista e repórter do periódico Folha Universitária, a entrevista teve uma repercussão maravilhosa.

A FAB AGRADECE O ASTRONAUTA

Maj. Brig. do Ar Telles Ribeiro expressa, de forma emocionada e sincera, a opinião oficial da FAB ...

O professor e astronauta Marcos Pontes nasceu em Bauru, SP em 11 de março de 1963. Sua história de vida é fonte de inspiração para milhões de jovens no Brasil e no mundo. Oriundo de família humilde, começou a trabalhar aos quatorze anos para ajudar no orçamento de casa. Sonhou em ser piloto.

Entrou para a Força Aérea. Serviu o Brasil nas funções militares específicas da ativa até 1998, quando foi selecionado e passou a representar o país nas funções civis de astronauta na NASA, em Houston, Texas, no Programa da Estação Espacial Internacional.

Em 2005, o astronauta foi convidado a participar como tripulante da Missão Centenário, criada, definida, contratada e gerenciada pela Agência Espacial Brasileira, que é o único órgão responsável do governo brasileiro pela administração de políticas e orçamentos do setor espacial no país. Os objetivos da Missão eram: para realizar experimentos nacionais em microgravidade, incentivar o crescimento dessa área de pesquisa no Brasil, homenagear o herói Santos Dumont e promover o Programa Espacial Brasileiro.

Em março de 2006 Marcos Pontes levou a bandeira do Brasil, pela primeira vez na história do país, em órbita da Terra.

Também em 2006, como feito em todos os países desenvolvidos, o COMAER transferiu Pontes para a reserva da Força Aérea para a continuidade normal, em plenitude, das suas funções civis de astronauta, desenvolvidas desde 1998. Pontes continuou sua trajetória de aprendizado pessoal e ascensão profissional, sempre disposto a ajudar a quem precisa e compartilhar seu conhecimento.

Este é Marcos Pontes...

Uma pessoa que sonhou, estudou, trabalhou, persistiu, venceu, tornou-se o primeiro astronauta profissional com nacionalidade única do hemisfério sul do planeta! Usou sua criatividade e sua determinação para transformar todos os obstáculos em desafios para aprender cada vez mais!

Como um profissional de grande talento e sucesso, também foi atacado pela mediocridade crítica, como já aconteceu com tantos outros brasileiros brilhantes.

Contudo, nunca se deixou abalar por nenhuma dessas ações inferiores. Sempre tratou a todos com o mesmo respeito e dignidade. Aliás, um comportamento característico daqueles que têm plena ciência de sua contribuição para a história e já não precisam provar nada para ninguém.
No dia-a-dia, Pontes é um trabalhador incansável e um profissional de habilidades extremamente diversificadas

Atualmente...

Vive e divide seu tempo profissional entre Houston e São Paulo...

Realmente um brasileiro que vale a pena conhecer!

Obrigado por visitar nosso website!

 

"Grandes realizações não são feitas por impulso, mas por uma soma de pequenas realizações." Vincent Van Gogh


“O importante é competir!” “A competição é saudável!”
Certamente existem muitas expressões sobre “competir”. Entretanto, a prática mostra que poucas pessoas sabem, realmente, o sentido “saudável” da competição.
O dia de hoje, em especial, é um ótimo exemplo dessa afirmação.
Normalmente assumimos uma competição como sendo algum tipo de atividade onde alguém ganha e outros, ou muitos, perdem. Dito dessa forma, puramente, qual seria então a vantagem “para todos” da competição? Afinal, por que a competição seria saudável e benéfica?

   
z