SONHOS E
PLANOS FUTUROS
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"Como vocês devem imaginar, com o tipo de profissão que tenho,
é preciso ter coragem para enfrentar desafios, dificuldades e o medo,
que é natural de todo ser humano.
Na verdade, não tenho medo de morrer por algo que acredito.
O que tenho medo é de não viver pelo que acredito!"
Marcos Pontes

Objetivo 5: Ajudar a Mudar a Imagem da Política no Brasil

Atualizado em Julho de 2014


Primeiramente: Por que Política é Importante?



Todos nós somos políticos:

Não temos escolha. A política é inerente à convivência em comunidade. Todos nós, queira ou não queira, somos "seres políticos". Além disso, a partir do momento que vivemos em uma sociedade que é estruturada de forma a ser "gerenciada" por um pequeno grupo eleito, que classificamos como "políticos", estamos todos sujeitos às leis criadas por eles e vulneráveis às suas decisões, boas ou ruins.

Ou seja, para aqueles que viram as costas para a política, ou "enfiam a cabeça na areia", mais do que nunca vale a frase atribuída a Platão: "O preço a pagar pela sua não participação na política é seres governado por quem é inferior". E você? Acha que é "inteligente" não participar da política?


Todos nós somos culpados:

Nós, no Brasil, vivemos reclamando das atitudes (ou da falta delas em alguns casos), decisões e comportamento das nossas "excelências".

Chega a um tal ponto, em que viver nessa situação torna-se insuportável. Vamos às ruas, protestamos, escrevemos milhares (milhões?) de mensagens e "posts" na internet, mas, no final das contas, REALMENTE o que importa são as seguintes perguntas:

– VOCÊ VOTOU EM QUEM? Você se lembra? Por que escolheu aquele candidato?

– VOCÊ NÃO VOTOU, ANULOU, DEIXOU EM BRANCO?

Em qualquer uma das opções acima, O CULPADO pela situação vergonhosa que temos na política atualmente no Brasil É VOCÊ!

Seja votando sem pesquisar os fatos reais da competência e "ficha criminal" do seu candidato, seja votando "por protesto" (culpa sua por burrice - prejudica a quem, no final, "cara pálida"?), seja deixando em branco ou justificando (culpa sua por omissão), seja anulando o voto, esperando que o número de nulos vai ser maior que 50% (culpa sua por ingenuidade), o fato é que o grupo de "representantes do povo" que assumirá os cargos no ano seguinte estará lá PORQUE VOCÊ OS COLOCOU LÁ POR AÇÃO DIRETA (votando neles) OU INDIRETA (nulo e branco).

Ou seja, o melhor protesto que você pode fazer contra os corruptos ou os incompetentes que estão no poder é escolher direito e VOTAR CORRETAMENTE nas próximas eleições ou/e, tendo qualificação necessária, candidatar-se e DAR O EXEMPLO, ser um verdadeiro "cidadão atuante".

Reclamar apenas, sem fazer a sua parte, sem cumprir os seus deveres e sem se apresentar para ajudar, além de não ser eficiente na prática, é o comportamento típico dos "críticos de plantão", que não têm nem coragem nem competência para realizar nada, então "sentam e reclamam" sem assumir qualquer responsabilidade. Quem me conhece, sabe o conceito que tenho desse tipo de comportamento inútil. Portanto, o que eu espero de todos os brasileiros é que não sejam "críticos de plantão", mas verdadeiros cidadãos atuantes.


Porque é difícil (mas não impossível) melhorar a política no Brasil:

Certamente, existem dois pontos importantes e negativos contra a melhora da política no Brasil:

1. O impacto da falta de educação e da "máquina de fazer voto" custeada por maus políticos para "terem o poder" às custas da ignorância e do sofrimento de parte significativa da população de eleitores, que vota simplesmente por "pequenos favores ou vantagens pessoais", ou no "cabresto". Pobres coitados! Não sabem que, se votassem corretamente, poderiam ser muito mais beneficiados coletivamente como cidadãos de um país realmente desenvolvido. Este primeiro ponto pode parecer confuso para quem é de fora, mas quem vive no Brasil e tem o mínimo de conhecimento, sabe interpretar muito bem o que estou falando.

2. A própria imagem suja dos políticos no Brasil os protege. Isto é, protege apenas os maus politicos, visto que a maioria dos "cidadãos do bem", de forma completamente equivocada e ilógica, geralmente, e infelizmente, "foge" da participação política com medo de "manchar" sua imagem. "Política é coisa suja, apenas para desonestos! Correto?" Qual a lógica disso? É possível melhorar o país pensando dessa forma? Pense: se pessoas honestas e competentes não se apresentarem como candidatos, que tipo de candidato sobrará para GOVERNAR O PAÍS?

Por que Decidi Participar da Política?



Cansei de falar, resolvi agir:

Acredito que o item anterior já diz muita coisa.

Além disso, depois de muitos anos tentando realizar projetos no Programa Espacial e no Setor Social no Brasil, sempre "implorando apoio" de políticos e tendo que explicar centenas de vezes sobre a importância de continuidade de projetos em áreas como Educação, Pesquisa Aplicada e Sustentabilidade, para alguns que não tinham interesse ou a menor condição sequer de entender sobre o que eu estava falando, decidi que a maneira mais eficiente seria "fazer eu mesmo".

Noutras palavras, não só na minha área de atuação, mas em muitas outras, existem inúmeros projetos bons no Brasil que simplesmente não vão para frente porque dependem do apoio ou da decisão de algum político, e ele não tem a menor ideia da importância do assunto, ou não tem o menor interesse em fazer aquilo funcionar porque talvez não tenha impacto de aparência para as próximas eleições. Meus caros, não estamos pagando pessoas para ficarem apenas negociando as próximas eleições, mas para trabalharem para o povo, na gerência e decisões do governo. O tempo tem de ser usado para conhecer, aprovar e executar projetos bons para o desenvolvimento do país! Sei que parece um tipo de desabafo, mas, na verdade, é isso mesmo: cansei de pedir e esperar e decidi mostrar, na prática, o que eu (e talvez muitos outros) sempre esperei do trabalho de um político.


Dois pontos decisivos:

Para somar com o meu estado de insatisfação com o trabalho dos políticos, no ano de 2013, aconteceram duas coisas que foram primordiais para minha decisão.

Primeiro, as manifestações populares mostraram que a insatisfação não era só minha, mas da maioria. Ficou claro que o Brasil vive um momento de urgente e necessária mudança no cenário político, em termos de competências e valores pessoais de seus protagonistas.

Segundo, durante o período das manifestações, após uma palestra que ministrei no Encontro Regional de Ensino de Astronomia, evento para professores e alunos em Jundiaí, SP, fui indagado por uma adolescente de aproximadamente 17 anos:

– Achei que o senhor era corajoso por defender o nosso país como piloto de combate e arriscar a vida em um foguete com 200 toneladas de combustível para cumprir sua missão como astronauta do Brasil. Mas durante todas essas manifestações e sofrimento do seu povo, o senhor nunca teve coragem de se apresentar e usar o seu conhecimento e experiência para nos mostrar o que fazer.

Eu já havia recebido convites de praticamente todos os partidos políticos. Mas, por medo de "manchar minha imagem" (sim, eu já cometi esse erro de "fugir da luta"), sempre recusei. Porém, naquele momento singelo, marcado pelos olhos de dúvida e esperança daquela garota, pela primeira vez na vida, me senti um covarde egoísta. Fiquei extremamente tocado com o apelo daquela jovem, como que ela representasse um apelo de todos os jovens de todo o Brasil, a quem eu tanto amo e prezo, e dos quais eu tanto espero para o futuro do país.

Pensei: "Como posso dizer para eles terem coragem, amarem o Brasil e serem cidadãos atuantes e conscientes, se EU estou fugindo do combate. Isso não é comportamento íntegro e coerente da minha parte! Ela tem plena razão!"

Mais do que todos os convites recebidos anteriormente de partidos políticos, aquilo fez com que eu decidisse “participar mais ativamente das decisões e políticas” no Brasil, a princípio apenas me filiando a um partido para poder ter mais contato e influência junto à comunidade política e depois, dependendo da necessidade, assumir algum cargo, dentro da minha área de conhecimento, onde eu possa efetivamente fazer diferença positivamente na administração dos projetos do país.

Foi assim, de forma simples, mas muito significativa para mim, que resolvi me engajar nessa luta, em uma área nova e difícil para mim, mas muito necessária e importante para o desenvolvimento do país.


Claro que há dificuldades e riscos!

Certamente, eu sei das dificuldades e impactos dessa decisão.

Não faltam pessoas para me dizer que eu deveria virar as costas para esses problemas do país e ficar longe da política "suja". Mas, de forma interessante, essas mesmas pessoas reclamam da corrução e da incompetência dos políticos (o mesmo comportamento ilógico já citado no item 2 do item "porque é difícil mudar a política no Brasil").

Alguns até dizem: "Não importa se você é honesto. Ao entrar na política, será corrompido por ela." Isso, desculpem a palavra, é uma completa asneira! Não existe pessoa "meio honesta". Se a pessoa é 99% honesta, ela já é desonesta. Se alguém se deixa corromper pela política, ele já não era honesto ANTES de entrar lá! Quem é honesto não se corrompe.

Outros dizem: "Uma andorinha só não faz verão. Você será engolido pelo sistema. Os que estão lá são muito mais espertos."

Primeiro, acho que essa frase é um tanto ofensiva, pois menospreza minha capacidade. Eles podem ser "espertos", mas eu não sou ingênuo nem "burro". Tenho espinhos suficientes para não ser facilmente "engolido".

Sobre as andorinhas, lógico que uma só pessoa, dentro de um sistema enorme como a estrutura do governo, não pode resolver todos os problemas. É muita ingenuidade pensar que existe um "salvador da pátria". Mas o fato é que, embora uma andorinha não faça uma revoada, a revoada começa com a decisão de UMA andorinha em decolar para voar. As outras, uma a uma, seguem, e a revoada começa. Nunca acontece de todas elas, simultaneamente, exatamente no mesmo instante, tomarem a decisão de decolar. É preciso que UMA andorinha inicie o processo.

Gosto muito do vídeo que está ao lado esquerdo nesta página e que mostra um pequeno garoto indiano que "dá o exemplo" e começa a empurrar uma árvore enorme que bloqueava o caminho, enquanto todos só olhavam desanimados para o problema, sem ter a atitude de agir para solucioná-lo.

gandhi

No mesmo contexto, imaginem se Gandhi, pensasse que "uma andorinha só não faz verão". Na verdade, são dele as 3 frases que mais me inspiram neste momento da minha vida:

Para ao menos tentar fazer a minha parte - "Qualquer coisa que você fizer será insignificante, mas, mesmo assim, é muito importante que você faça a sua parte".

Para tentar dar o exemplo - "Seja a mudança que você quer ver no mundo".

Para não temer dos "espertos" - "Quando me desespero, eu me lembro que durante toda a história, o caminho da verdade e do amor sempre ganharam. Tem existido tiranos e assassinos, e por um tempo eles parecem invencíveis, mas no final, eles sempre caem - pense nisso, SEMPRE."

 

Por que me Filiei ao PSB de São Paulo?


Minha filiação ao PSB não tem absolutamente nada a ver com a ideologia socialista ou comunista. Aliás, pouca gente sabe a diferença entre Comunismo e Socialismo e como o Socialismo se encaixa entre o Capitalismo e o Comunismo. Procure boas referências para conhecer melhor sobre o assunto. Além disso, se levarmos em conta a quantidade de partidos no Brasil e a atuação dos seus representantes no sentido ideológico, veremos que a maioria das ideias e propostas segue, geral e prioritariamente, as características pessoais de cada candidato ou político, não a ideologia partidária. No ponto de vista da maioria dos brasileiros, dado o ponto crítico que chegamos com relação à corrupção e à credibilidade dos partidos, o critério mais forte atualmente de escolha de um partido é observar aquele que tem menos envolvimento em falcatruas, escândalos de corrupção comprovados e outros absurdos contra o nosso patrimônio público.


Uma relação antiga:

No meu caso, conforme já disse, em 2013 eu já havia decidido me filiar a um partido para ficar mais próximo e influenciar decisões políticas de forma mais efetiva. Além disso, no caso de necessidade de candidatura, é necessário filiar-se a algum partido, pois não temos a figura de político "independente" no Brasil.

Minha relação com o PSB é muito antiga.

Historicamente, o Programa Espacial Brasileiro e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação esteve ligado ao PSB com Roberto Amaral, Eduardo Campos e Sérgio Rezende. Inclusive, o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB) na época da Missão Centenário, Sérgio Gaudenzi, também era do PSB.

Além disso, conheço e tenho uma relação de amizade pessoal com Eduardo Campos desde, quando ele era Ministro da Ciência e Tecnologia. Como Ministro da pasta à qual a AEB era ligada, em 2005, Eduardo Campos foi quem comandou o início das tratativas com a Rússia para a realização da Primeira Missão Espacial brasileira, a Missão Centenário.


O convite – "A pergunta mágica":

Em 2013, a exemplo de outros anos em véspera de eleições, recebi diversos convites para filiação em partidos políticos. Com a decisão de me filiar a um partido, conversei com muitos políticos e líderes desses partidos.

No final de setembro, Eduardo Campos me convidou para um encontro em Brasília. Pensei que seria apenas mais um dos convites, como dos outros partidos, invariavelmente focados em candidatura. Em todo caso, decidi ir à Brasília conversar com Eduardo. Afinal, no mínimo era uma chance de rever e conversar um pouco com um amigo antigo e saber sobre seus planos para a Presidência.

Porém, durante a reunião em Brasília, ele me fez a “Pergunta Mágica”, a pergunta que eu esperava ouvir há 15 anos de algum gestor público no Brasil. Quem já leu o meu livro "Missão Cumprida" (veja nos links à esquerda desta página), sabe exatamente do que eu estou falando.

Eduardo Campos perguntou:

– Marcos, você poderia usar o que aprendeu na carreira no Brasil e no exterior para nos ajudar a desenvolver soluções e estratégias dentro das suas áreas de conhecimento?

Vocês não imaginam como eu me senti feliz naquele momento! Era exatamente a chance que eu queria: estar dentro de um partido e com a possibilidade de usar o meu conhecimento para ajudar nos planos e na gestão de projetos para o Brasil.

Na sequência, perguntei:

– E candidatura? O que você espera disso?

Ele disse:

– É sua escolha. Se você decidir, nós daremos todo o apoio. Para nós, seria uma honra e também muito interessante tê-lo no partido como candidato a Deputado Federal, visto que precisamos ter mais representação forte e honesta de São Paulo no Congresso. Mas a decisão final é sua.

Novamente, era exatamente o que eu queria ouvir!

Foi assim que, imediatamente, aceitei o convite de Eduardo e me filiei ao PSB de São Paulo.


Nesse momento, vale ressaltar que em breve teremos o Partido Militar Brasileiro (PMB) homologado. O Partido está realizando, conforme a lei e da maneira correta, a fase final da coleta de assinaturas de apoio necessárias para a aprovação do TSE. A partir de 2016, o PMB será uma ótima opção democrática para trazer candidatos civis e militares, que compartilham princípios e valores da disciplina militar e que podem melhorar, e muito, a imagem da política no Brasil.

Vale aqui ainda ressaltar que, apesar de ser um dos mobilizadores e grande incentivador do PMB, obviamente com pleno acordo da liderança estadual e nacional do PSB, por questão de ética e integridade (valores que defendo como essenciais para termos uma política "limpa" no país) permanecerei no PSB até o final de um possível mandado no Congresso, pois, desde o momento da minha filiação, dei a palavra a Eduardo Campos de que assim o faria. E palavra, assim como aprendi com meu pai, deve sempre ser honrada.


Minha missão na Política:

A conversa com Eduardo Campos prosseguiu no mesmo tom e, no final, a missão que assumi com o partido e com a política nacional, foi:

  • Utilizar meu conhecimento técnico-gerencial, experiência profissional e influência a nível nacional e internacional para trazer projetos importantes para o Estado de São Paulo, tanto na capital como no interior, incluindo, obviamente, o desenvolvimento da minha querida Bauru e região.
  • Ajudar na formulação de ideias e estratégias para o Brasil dentro dos meus setores de atuação.
  • Utilizar minha história de vida e imagem, sempre ligada diretamente à educação, ao patriotismo e ao trabalho pelo país, para conscientizar os jovens brasileiros sobre a importância da preparação pessoal e da sua participação ativa na política do país.
  • Informar e ajudar a agregar mais pessoas, instituições e formadores de opinião em torno dos ideais do Desenvolvimento Sustentável para a construção de um país mais justo, próspero e feliz.
  • Dar o exemplo para quebrar o paradigma da imagem atual da política nacional como uma instituição sem ética e sem compromisso com o povo e que desmotiva a participação de pessoas honestas e profissionalmente competentes.
Estratégia e Planos Atuais



Sou candidato ao Congresso Nacional

Depois de muito pensar e com a concordância da família e o incentivo de pessoas das minhas diversas áreas de atuação, como Professores, Estudantes, Engenheiros, Pesquisadores, Aeronautas, Aeroviários, Militares, profissionais de Treinamento de Recursos Humanos, Empresários, profissionais do Terceiro Setor, Gerentes de Projeto, defensores do Desenvolvimento Sustentável, Relações Internacionais, etc., decidi me apresentar como candidato ao Congresso Nacional como Deputado Federal por São Paulo. A candidatura foi homologada pelo PSB no dia 20 de Junho de 2014.

Vários fatores influenciaram minha decisão final. Entre eles,

- A necessidade do país ter como novos candidatos, pessoas honestas, com ficha limpa e sem vínculo anterior com a política e que, além disso, tenham boa formação técnica gerencial para a necessária renovação dos representantes no Congresso e a garantia de capacidade de análise, com eficiência e experiência profissional, dos assuntos e projetos essenciais para sairmos da crise atual de competência e ética na política e retomarmos o crescimento do Brasil. Isso significa trazer para as próximas eleições candidatos que representem uma alternativa de voto consciente e inteligente, eliminando a justificativa "não existem candidatos com qualificação e honestidade" para o voto nulo ou branco.

- A minha formação moral na vida militar, orientada desde jovem para a defender a minha pátria mesmo com o sacrifício da própria vida se necessário, e que me faz encarar uma candidatura ao Congresso como uma "missão" para trazer a minha contribuição na forma de trabalho, conhecimento e experiência para ajudar a resolver os sérios problemas que tanto afligem o povo brasileiro atualmente.

Certamente a decisão pela Candidatura a Deputado Federal e as ações necessárias para cumprir essa missão de forma correta, completa e ampla no Congresso, trarão riscos e problemas para minha vida e exigirão sacrifícios dos meus sonhos pessoais:

1. Significa "bater de frente", encarar e lutar contra poderosas alianças obscuras que atualmente se alimentam da corrupção e outras ações criminosas que vemos diariamente descobertas parcialmente pela imprensa nacional.

2. Significa atrasar meus planos profissionais de voo como astronauta por pelo menos 5 anos (até completar a missão em Brasília em 2018), ou;

3. Significa recusar ótimos convites de trabalho no exterior para seguir com minha carreira espacial normalmente através de projetos de engenharia, pesquisa e voos espaciais.


Como Candidato a Deputado Federal por São Paulo pelo PSB, qual será o meu foco?

Acredito nas coisas simples, diretas e eficientes.

Tenho 51 anos de idade e já passei por tantas situações difíceis nessa vida, tanto civil quanto militar, que a maioria das pessoas nem sequer faz ideia. Ao longo desse tempo, adquiri considerável experiência pessoal e profissional para me sentir bem preparado para ajudar na gestão dos projetos importantes no Brasil. NUNCA falhei em nenhuma das missões que recebi do meu país.

Contudo, novamente, é importante ressaltar que não existe nenhum "salvador da pátria".

Ninguém faz nada desse porte sozinho, ninguém é perfeito, todos nós temos falhas e ninguém sabe tudo. Eu não sou exceção e tenho minhas limitações. Assim, certamente vou focar meus esforços nas áreas que tenho conhecimento e nos temas que atualmente precisam de solução mais urgente.

Ao me apresentar como candidato a Deputado Federal por São Paulo pelo PSB nas próximas eleições de 2014, acredito que todos que me conhecem, ou que assistem minhas entrevistas (existem inúmeras delas nesta webpage), já saibam quais serão os pontos onde vou focar meus esforços. Resumidamente:

1. Combate à corrupção (absolutamente necessário na situação atual), como meta prioritária para ajudar a mudar a imagem política do Brasil e, assim atrair mais candidatos que pensam de forma coerente com a ética e com os objetivos nacionais, não com os interesses pessoais e a próxima eleição.

2. Baseado nos setores principais de minha atuação profissional, meu foco, em termos de projetos para o desenvolvimento nacional, são as áreas de Educação (especialmente a qualidade e a gestão), assim como a Ciência e a Tecnologia Aplicadas às necessidades do dia a dia da população, como saúde, segurança, mobilidade, geração de empregos, aumento da produção, etc., sempre com o Desenvolvimento Sustentável em mente.

3. Dar o exemplo no tipo de comportamento que eu sempre esperei dos nossos políticos.

4. Trabalhar de forma participativa com a parcela da população que represento para desenvolver propostas necessárias e realistas que tragam benefício real para a classe trabalhadora do país (aqueles que realmente labutam diariamente e acreditam na meritocracia do trabalho como ferramenta para o crescimento e sucesso na sociedade).

Como você vê, mesmo com o escopo mais focado, a tarefa é muito grande para uma só pessoa.

Assim, pretendo lutar segundo meus princípios e valores pessoais e esperar que isso possa inspirar outros, de forma a contar com o apoio de todos os brasileiros que acreditam que é possível mudar a política do Brasil (lembre-se do vídeo do menino indiano, nos links à esquerda desta página!).


O que eu considero como comportamento ideal para um político?

Minha experiência de vida, no Brasil e no exterior, me dá boas referências e critérios para medir e analisar o desempenho e o comportamento dos nossos políticos em sua função pública no Brasil.

Dentro desse contexto, existem coisas que alguns (ou muitos) políticos fazem e que são simplesmente inaceitáveis. Certamente não são novidade para ninguém, mas precisam mudar!

Aí está uma pequena lista resumida de conceitos básicos (pelo menos isso) que gostaria que todos os políticos tivessem em mente. Tenho certeza que todos os brasileiros entendem MUITO BEM cada um dos seus itens e concordam comigo:

1. Ser eleito representante do povo, não significa que você é o "chefe". Significa que você é um "funcionário". O povo é o chefe, ou o "cliente". "Servidor Público" é uma forma abreviada de "Servidor do Público", nunca o oposto. E "Sua Excelência" é um Pronome de Tratamento previsto na gramática portuguesa, mas precisa ser merecido.

2. TODOS são iguais perante a lei. Isso está escrito na Constituição e deve ser respeitado em qualquer situação, em qualquer tempo, para qualquer pessoa, de qualquer grupo.

3. Horário de trabalho é para ser cumprido e, durante o trabalho, o foco deve ser apenas nos projetos para o país.

4. Os recursos públicos são propriedade de todos nós. Eles devem ser usados somente para o interesse do bem comum, e sempre com a devida prudência, como se fosse do seu próprio bolso, ganho honestamente com o suor do seu trabalho. Nunca podem ser desperdiçados e MUITO menos usados para o seu próprio interesse. Para isso existe o seu salário.

5. Como político, é preciso ter consciência que todos os seus atos e decisões têm impacto na vida de muitas pessoas. Portanto, é importante que você tenha muito bom-senso, competência e responsabilidade no seu trabalho.

6. Todos nós cometemos erros na vida pessoal, e as suas escolhas pessoais não são da conta do público. Porém, sua vida pessoal não pode afetar de modo significativo o seu desempenho no trabalho para o qual você é pago pelo povo para executar.

7. Como representante eleito, é preciso ter coragem para agir e falar o que é preciso para defender os direitos e cobrar os deveres de TODOS. Você deve agir e fazer o certo, fazer de forma honesta e positiva sempre, mesmo que para isso tenha que ouvir críticas e ser alvo da ação dos próprios companheiros ou de outras pessoas que insistem em fazer o errado.

8. A sua função não é agradar ou fazer favores para pessoas ou organizações, mas trabalhar para que o governo possa prover infraestrutura boa (educação, saúde, etc.) disponível para TODOS.

9. Ser eleito para um cargo político não é ter uma nova carreira. O "mandato" é uma MISSÃO temporária a ser cumprida para o país, é uma honra e um sacrifício, não um emprego ou uma maneira de adquirir privilégios.

10. Ser eleito não é receber "um cheque em branco" dos seus eleitores. É necessário ouvi-los, considerar suas opiniões e propostas e representá-las dignamente no Congresso.

11. Lembre-se de que, acima de tudo, sempre deve estar a Pátria chamada Brasil.

 

Riscos aos Planos


Certamente, existem muitos riscos à execução dos planos e ideias acima para um trabalho sério e honesto no Congresso, entre eles:

  • Publicação de calúnias e críticas contra a minha imagem compradas por aqueles que temem que eu e as mudanças que eu represento tomem vulto na política.
  • Prejuízo à imagem construída por tantos anos de trabalho ético e sério para o país, caso pessoas menos avisadas ou informadas acreditem nesse tipo de calúnia ou crítica pagas/publicadas nos jornais.
  • Falta de ação DAS PESSOAS DO BEM E QUE TÊM CONHECIMENTO DAS INFORMAÇÕES E FATOS REAIS SOBRE MIM, NÃO SE MANISFESTANDO DE FORMA ENÉRGICA EM MINHA DEFESA. Lembre-se: a única coisa necessária para o mal triunfar é a falta de ação das pessoas de bem.
  • Falta de apoio popular em momentos críticos do trabalho no Congresso.


E se eu não for eleito?

Na verdade, essa hipótese pode ser um risco aos planos e pode até significar algum prejuízo para o país (considerando que eu possa ser de alguma utilidade no Congresso).

Contudo, do ponto de vista pessoal, eu não temo essa possibilidade.

Primeiro, porque não dependo de qualquer maneira da atividade política. Na verdade, entrar para a política significa um sacrifício pessoal e profissional para mim.

Segundo, porque, do meu ponto de vista, ganhando ou perdendo a eleição terei cumprido o seu dever.

Ou seja:

  • Se ganhar, servirei ao país e farei tudo para executar a Missão recebida do povo de São Paulo com dedicação, patriotismo, integridade e competência. Exatamente da mesma forma que tenho feito por toda a minha vida, servindo ao meu país como piloto militar inicialmente e, depois, como astronauta e nas outras funções atuais.
  • Se perder, terei a consciência tranqüila de ter tido a coragem de “ter me apresentado” ao chamado do país. Tendo o povo preferido ser representado por outros profissionais ou pelos mesmos políticos do cenário atual, eu poderei continuar a sua vida normalmente no Brasil ou no exterior, sabendo que cumpri a minha parte.